TPM Sim! e dai?


Identificar os sintomas é o primeiro passo para driblar os inconvenientes desse período. Um dia, você está feliz da vida e, de repente, uma besteirinha a leva a um colapso de nervos. Em seguida, uma fúria intensa... que só passa quando alguém conta um caso bobinho, e sem mais nem menos, você se desmancha em lágrimas, dignas do Oscar. O cabelo está terrível, parecendo palha, indomável... a pele, então, fica como de uma adolescente de novo, com várias espinhas, ou dá aquela manchadinha básica, sem contar que a calça que você vestia ontem parece que encolheu e custa para ser abotoada. Essa é a realidade mensal de boa parte das mulheres que sofrem de tensão pré-mestrual, mais conhecida como TPM, que provoca variadas modificações no organismo feminino e pode causar muitos transtornos se não tomarmos os devidos cuidados.

Muita gente acha que isso é manha de mulher, que é fingimento, porém, a literatura científica já comprovou que é fato: antes da menstruação, há alterações físicas, psíquicas e sociais que comprometem os relacionamentos e afetam a produtividade da mulher em sua família, escola e trabalho.

E você pode estar se perguntando o que esse tema está fazendo nesta coluna. Bem, eu respondo: muitas mulheres se martirizam e se culpam por sentirem os sintomas da TPM e não se permitem ser humanas, ou então, ignoram os sintomas como se eles não existissem – e muitas vezes, não compreendem por que tomaram esta ou aquela decisão com tanta raiva, ou por que gritaram com aquela pessoa, ou ainda, por que estão chorando em pleno horário de trabalho. Admitamos, somos mulheres, temos a nossa biologia, e não adianta fingir que nada está acontecendo. É preciso monitorar o nosso ciclo menstrual para estarmos atentas a esses sintomas e minimizá-los. Afinal, "como é bom, como é agradável para irmãos unidos viverem juntos" (Sal 132, 1). E uma alteração biológica natural não deve ter o poder de desarmonizar a nossa convivência com os outros.

A tensão pré-menstrual aparece uma semana antes da menstruação, mas o ápice dela acontece um ou dois dias antes do primeiro dia do ciclo. Os sintomas nem sempre são os mesmos e a intensidade deles também varia, por isso toda mulher deve conhecer seu ciclo e marcar os prováveis dias de TPM no calendário. Assim, você tenta driblar as situações de estresse nesses dias, bem como se programa para tomar decisões fora desse período. E não é vergonha nenhuma você avisar às pessoas que não está no seu melhor dia. Afinal, ninguém é obrigado a adivinhar que não poderá brincar com você nesse período, porque estará uma pilha de nervos; e no seu trabalho, por exemplo, ficar chorando pelos cantos pode danificar a sua imagem; além do mais, uma decisão impensada pode render muita confusão depois. Lembre: não é possível que o mundo pare até que a sua TPM passe.

E os nossos companheiros na criação de Deus, os homens, precisam ser alertados sobre isso também. A rapaziada precisa ter paciência redobrada com suas esposas, noivas, namoradas, mães, filhas, irmãs e amigas nesse período. Deus nos fez como uma "ajuda adequada" a eles, então será bem bacana se compreenderem que, em alguns momentos, precisam se adequar às nossas limitações para uma boa convivência (cf. Gn 2, 7-18ss).

Ah, e cabe lembrar também que a TPM não é totalmente ruim, pois em algumas mulheres esse período traz novidades bacanas, como ideias mais criativas, melhor desempenho no trabalho, mais sensação de bem-estar. Enfim, independentemente dos sintomas, é importante que você conheça seu corpo para não ficar refém de suas alterações, de forma a viver em sociedade de forma sadia e feliz.

Mariella Silva de Oliveira
Jornalista e membro das universidades renovadas RCC

Um pouco da Igreja Catolica e as outras igrejas

http://www.youtube.com/watch?v=fv6Gc0kAqjU&feature=feedrec_grec_index

Amor: caminho e lei do cristão, explica Papa


Ao comentar o Sermão da Montanha


CIDADE DO VATICANO, domingo, 13 de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) - Para Bento XVI, o amor é a palavra que resume a lei e o caminho do cristão.

Esta foi sua mensagem de hoje, ao rezar a oração mariana do Ângelus junto a milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano.

Comentando a passagem evangélica deste domingo, sobre o Sermão da Montanha, o Pontífice recorda como Jesus explica a nova Lei que vem trazer ao mundo: "Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para cumprir".

"Mas em que consiste esta ‘plenitude' da Lei de Cristo e esta justiça ‘superior' que Ele exige?", perguntou-se o Papa.

"A novidade de Jesus consiste - respondeu -, essencialmente, no fato de que Ele mesmo ‘preenche' os mandamentos com o amor de Deus, com a força do Espírito Santo que habita n'Ele. E nós, pela fé em Cristo, podemos nos abrir à ação do Espírito Santo, que nos torna capazes de experimentar o amor divino."

"Por esta razão, todo preceito se torna verdadeiro como exigência de amor, e todos se reúnem em um mandamento único: ama a Deus com todo o coração e ama o teu próximo como a ti mesmo."

"O amor é a plenitude da lei", afirmou o Bispo de Roma, citando São Paulo (Romanos 13, 10).

"Diante desta exigência, por exemplo, o triste caso das quatro crianças ciganas que morreram na semana passada nos arredores desta cidade, em sua barraca queimada, exige que nos perguntemos se uma sociedade mais solidária e fraterna, mais coerente no amor, ou seja, mais cristã, não teria podido evitar essa tragédia", refletiu.

"E essa pergunta é válida para muitos outros eventos dolorosos, mais ou menos conhecidos, que ocorrem diariamente em nossas cidades e nossos países."

O Santo Padre concluiu explicando que "Jesus é o Filho de Deus que desceu do céu para nos levar ao céu, à altura de Deus, pelo caminho do amor. E mais ainda, Ele próprio é este caminho: tudo o que temos a fazer é segui-lo para viver a vontade de Deus e entrar no seu Reino, na vida eterna".


Fonte: Zenit

O Fascínio da Castidade



Muitas pessoas associam a palavra castidade à “privação”. Entretanto, a castidade é sem dúvida muito mais que a abstinência sexual – é vida em abundância. Em seu livro “Amor e Responsabilidade”, Papa João Paulo II afirma que “A castidade é o caminho certo para a felicidade”

Este caminho certo para a felicidade pode ser vivido em diferentes estados de vida. Todos nós batizados somos chamados a viver uma vida casta, seja pela continência dos solteiros, na vida celibatária ou através da castidade conjugal.

Devemos entender que a castidade é uma convicção pessoal. Não deve ser forçada ou imposta, nem mesmo levada pelos impulsos cegos do ser humano. É preciso ter consciência que somos templo do Espírito Santo e que a castidade é um grande exercício de santidade.
Como nos ensina a palavra de Deus e Catecismo da Igreja:

“Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza, que cada um de vós saiba possuir o seu corpo santa e honestamente, sem se deixar levar pelas paixões desregradas, como os pagãos que não conhecem a Deus… pois Deus, não nos chamou para a impureza, mas para a santidade” (1Tes 4,3).

“É também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual. O Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo” (Cat.§ 2345).

Por que então buscá-la? Vejamos os motivos:

A castidade aperfeiçoa o amor;
A castidade embeleza espiritual e fisicamente o ser humano;
A castidade une as pessoas de forma profunda e estável;
A castidade gera amor verdadeiro;
A castidade purifica o amor;
A castidade não danifica a saúde do ser humano;
A castidade leva ao conhecimento de Deus;
A castidade facilita um domínio real de si mesmo;
A castidade promove o auto conhecimento;

Deus nos chama à pureza das intenções, nisso consiste sua promessa, em realizar a vontade Dele em todas as coisas. Através da pureza do olhar, do falar, do agir, do pensar, enfim, dos pequenos gestos é que a castidade se revela em nós, e nos leva a Deus, como nos ensinou o Senhor Jesus:

“Bem aventurados os puros de coração, porque verão a Deus” (Mt5,8).

Tudo isso requer esforço, trabalho árduo, exige oração, confissão e comunhão, pois o domínio de si mesmo leva à doação ao outro, a um profundo respeito ao próximo, favorece o equilíbrio espiritual e pessoal do ser humano.

Ser casto é ser transparente, é revelar nossa mais pura essência!
Ser casto é não tolerar uma vida dupla nem a linguagem dupla!
Ser casto é saber evitar as ocasiões de pecado!
Ser casto é ser livre!

Peçamos a Deus essa graça!
Fiquem com Deus

Milena Parra
discipula da Comunidade Chagas de Amor
Contato: milenaramosparra@hotmail.com

Aprofundamento na PALAVRA


Venha participar Jovem de um dia de Espiritualidade e Intimidade com a palavra de Deus, juntamente com toda a Comunidade Chagas de Amor. Deixe que o Espírito Santo possa incendiar seu coração de amor por Aquele que tem palavras de Vida Eterna para a sua vida.

A Comunidade Chagas de Amor está promovendo o 1º Encontro de Espiritualidade para Jovens no DOMINGO DIA 13 DE FEVEREIRO, com o tema: “Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens palavras de vida eterna.” (João 6, 68)

LOCAL: Casa de Oração e Missão São Pio de Pietrelcina
Endereço: rua França, 468 – Pq das Nações / Santo André
Horário: dia 13/02 das 7:30hs as 18:00hs – HAVERÁ MISSA NO LOCAL
Inscrição: apenas R$ 15,00 (incluindo as refeições)

CLIQUE AQUI E PREENCHA SUA FICHA DE INSCRIÇÃO (http://www.chagasdeamor.com.br/formularios/fichas-jovens.htm)

O Encontro será ministrado pela Comunidade Católica Chagas de Amor, e contará com a presença de outros pregadores convidados. O encontro será limitado para um número de 25 participantes. Faça logo sua inscrição.

Informações: (11) 4996-2571 ou www.chagasdeamor.com
Siga-nos no Twitter @chagasjovem
REALIZAÇÃO: MINISTÉRIO JOVEM AMIGOS DA CRUZ

Em Santidade

Nova musica do Ministerio Adoração e Vida

Linda!!! Tremenda!!! Maravilhosa!!!

Cliquem no titulo e ouçãm!!!

http://www.youtube.com/watch?v=hT9hyFUsFT4

A historia de Santa Bakhita


Santa irmã morena, como era conhecida, nasceu no Sudão, em 1869. Santa Josefina, como muitos naquele tempo, viveu a dureza da escravidão. Bakhita, que significa "afortunada", não foi o nome dado a ela pelos pais, mas por uma das pessoas que, certa vez, a comprou.

Por intermédio de um cônsul italiano que a comprou, ela foi entregue a uma família amiga deste de Veneza. Ali, ela tornou-se amiga e também babá da filha mais nova deles que estava nascendo.

Em meio aos sofrimentos e a uma memória toda marcada pela dor e pelos medos, ela foi visitada pelo amor de Deus. Porque essa família de Veneza teve de voltar para a África, em vista de negócios, tanto a filha pequena quanto a babá foram entregues aos cuidados de irmãs religiosas de Santa Madalena de Canossa. Ali, Santa Bakhita conheceu o Evangelho; conhecendo a pessoa de Jesus, foi se apaixonando cada vez mais por Ele.

Com 21 anos, recebeu a graça do sacramento do batismo. Livremente, ela O acolheu e foi crescendo na vida de oração, experimentando o amor de Deus e se abrindo à ação do Espírito Santo.

Quando aqueles amigos voltaram para pegar Bakhita e a criança, foi o momento em que ela expressou o seu desejo de permanecer no local, porque queria ser religiosa. Passado o tempo de formação, recebeu a graça de ser acolhida como religiosa. Isso foi sinal de Deus para as irmãs e para o povo que rodeava aquela região.

Santa Josefina Bakhita, sempre com o sorriso nos lábios, foi uma mulher de trabalho. Exerceu várias atividades na congregação. Como porteira e bordadeira, ela serviu a Deus por intermédio dos irmãos. Carinhosamente, ela chamava a Deus como seu patrão, “o meu Patrão”, ela dizia.

Conhecida por muitos pela alegria e pela paz que comunicava, ela, com o passar dos anos, foi acometida por uma grave enfermidade. Sofreu por muito tempo, mas na sua devoção a Santíssima Virgem, na sua vida de oração, sacramental, de entrega total ao Senhor, ela pôde se deixar trabalhar por Deus, seu verdadeiro libertador. Ela partiu para a glória e foi canonizada pelo Papa João Paulo II no ano 2000.

Santa Bakhita, rogai por nós!